Ex-líbris
Linha do Tempo

Pesquisa: Mary Komatsu (Caçadora de Ex-líbris)
Colaboração: Alissa Esperon Vian (GEPIM/FURG) e Raphael Greenhalgh (UnB).
Viaje pela Linha do Tempo e conheça os principais marcos desta marca de propriedade tão nobre que é o EX-LÍBRIS.
Ex-líbris de Manuel de Abreu Guimarães
Ex-líbris do Barão do Rio Branco
 
1400 a.C
Caixa egípcia de papiros do Livro do Sicômoro e da Tamareira, uma tabuleta de faiança azul, utilizada como tampa de caixa indicando que pertenceram ao faraó egípcio Amenófis III, que reinou entre 1413 a 1377 a.C. Atualmente está no Museu Britânico, Londres. 

 
 
627 a.C
A Biblioteca de Nínive conhecida como Biblioteca de Assurbanipal na Mesopotâmia – considerada a primeira biblioteca da história. Os escritos eram gravados em escrita cuneiforme em placas de argila, marcadas com carimbos de propriedade, alguns historiadores do livro associaram a uma forma precursora de ex-líbris.

 
Século X
No Japão alguns historiadores se referem a uma marca de posse gravada em marfim.
1188  
Tábua de origem bárbara com a efigie do imperador alemão Frederico I, o Barbarroxa (1122-1190), existente no Museu do Vaticano. Seria um exemplo antecessor do ex-líbris. 

Século XV
- Primeiros ex-líbris gravados surgiram na Alemanha.
- Com a invenção da imprensa no século XV, a utilização dos tipos móveis de Gutemberg para a impressão dos livros causou uma mudança radical no mundo ocidental.
 

c.1450
Considerado o mais antigo ex-líbris gravado de Johannes Knabensberg conhecido como Hanns Igler (João Ouriço). É uma xilogravura que representa um ouriço coroado por um fita ondulada brincando com a palavra "Igler" que em alemão significa ouriço: " Hanns Igler das dich ein igel kuss - Hanns Igler lhe dá um beijo de ouriço". Gravado por W.L.Scheuber na Alemanha.
 

1455
Ex-líbris armoriado de Giorgis de Podebrady.
 

1470  
Ex-líbris de Hildebrand Brandenburg, considerado o terceiro ex-líbris gravado mais antigo, medindo 68 x 62 mm, é uma gravura em madeira colorido a mão, representando um anjo louro, vestido de rosa, com asas vermelhas e segurando um brasão de armas.  Há citação em algumas publicações que este ex-líbris é datado em 1480. 


 
 
 
c.1500
Ex-líbris de Willibald Pirckheimer, original de Albrecht Durer foi um trabalho de gravação em madeira. Sendo o primeiro a introduzir o brasão em um ex-líbris. Não há uma data exata da confecção deste ex-líbris.

 
 
 
1516
Albrecht Durer elaborou o mais antigo ex-líbris gravado e datado que se tem registro. Atribui-se ao artista o privilégio de ter assinado os mais belos ex-líbris que se tem conhecimento, dentre os quais o de Hieronimus Ebner. Traz a inscrição Devs refugivm mevm (Deus é o meu refúgio). 
 
 
Século XVII  
- Ênfase à arte tradicional dos brasões e heráldica. O uso do termo ex-líbris nas etiquetas não se impôs apesar de figurar em vários exemplares.
- Registra-se o surgimento dos ex-líbris religiosos (monásticos).

1678
O primeiro ex-líbris gravado na Espanha, foi desenhado por Paulo Minguet para a biblioteca de D. Antonio Alvarez de Abreu, do Supremo Conselho e Câmara das Índias.

Século XVIII
Século das luzes, idade de ouro do ex-líbris. A partir deste século, libertou-se da simbologia heráldica, cedendo lugar as alegorias, símbolos ou emblemas que começaram a prevalecer nos designs de placas de livros. Predomina as formas arredondadas, estilo do barroco ao rococó, uso de  ornamentação vegetal e floral.  Presença de crianças, nuas e gorduchas e brincalhonas.
 
1730
O abade de Sever, Diogo Barbosa de Machado (1682-1772) considerado o iniciador da bibliografia portuguesa com sua obra “Biblioteca Lusitana”, histórica, crítica e cronológica. Foi precursor do ex-líbris em Portugal. Criou em 1730, dois ex-líbris pelo célebre gravador flamengo François Harrewyn.

1790?
O primeiro ex-líbris realmente brasileiro pertence a Manuel de Abreu Guimarães. Provedor da Santa Casa de Sabará, MG, que era o abastado proprietário de uma biblioteca, do final do século XVIII.  Foi elaborado pelo Pe. José Joaquim Viegas de Menezes, cujos conhecimentos de impressão e gravura aprendeu em Lisboa. Sua composição artística simboliza o culto pelas artes e comércio. Suas medidas são 7 cm x 6 cm e a técnica empregada foi o buril.  O único exemplar está na Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro.


Século XIX
Proliferação das bibliotecas e grande desenvolvimento das artes gráficas, há uma maior circulação de livros. Predominância das composições ecléticas. Livros e bibliotecas são temas representativos no período. Paisagem torna-se um dos temas preferidos dos ex-líbris. Nascimento dos ex-líbris modernos, isto é, sem padrão, com o estilo Art Nouveau, na Inglaterra e na França.  No final do século XIX, alguns editores passaram a estampar marcas e ex-líbris nas obras que publicavam, conhecidos como ex-líbris impressos.

Final do século XIX e início do século XX  
É a fase de maior florescimento de ex-líbris trazido pelo modernismo: cresce o interesse pela coleta, surge a figura do colecionador e as primeiras associações, e começam a realizar-se congressos e concursos; surgem os primeiros estudos sobre ex-líbris e as primeiras publicações especializadas. O ex-líbris tomaria uma feição mais popular.


1824
Ex-líbris do Conselheiro Antônio de Menezes e Vasconcelos de Drummond, nascido no Rio de Janeiro em 1794. Foi o primeiro ex-líbris usado por brasileiro nato. Gravado em Paris onde se encontrava exilado.

1875
Primeiro livro publicado sobre o assunto de autoria do escritor francês Poulet-Malassis intitulado “Les ex-líbris français depuis leur origine jusqu’ á nos jours” (Os ex-líbris franceses: de suas origens aos nossos dias).

1880
- Grande interesse em colecionar ex-líbris, assim como fazer pesquisas e produzir literatura sobre essa temática, e criadas as associações de ex-librismo.
- Na Inglaterra, Sir John Byrne Leicester Warren publica “A Guide to the study of Book plates”.
 
1887
Ex-líbris do Barão do Rio Branco, o primeiro colecionador de ex-líbris no Brasil. Com duas tiragens coloridas: marrom e preto foi gravado pela Maison Agry.  A expressão em latim Ubique Patrie Menor que aparece no topo do ex-líbris se traduz como "em qualquer lugar, terei sempre a Pátria em minha lembrança". Ao invés da expressão latina ex libris, apresenta a inscrição “Da Bibliotheca de J. M. da Silva Paranhos Barão de Rio-Branco”.
 

1890
Na Alemanha, Frederick Warnecke, publica “Die Deutschen Brucherzeichnen von ihrem Ursprung bis zur Gegenuart”.

1891
- Surgem as primeiras sociedades ex-librísticas na Europa, com o objetivo de estudar e classificar os ex-líbris.
- A Deutsche Exlibris Gesellschaft (DEG) foi fundada em Berlim em 1891 com o nome Ex-libris-Vereins zu Berlin. Essa sociedade, assim como a britânica, tem por objetivo promover o estudo, o colecionismo e a arte dos ex-líbris, por meio da publicação de anuários e comunicações, e a realização de conferências, reuniões de intercâmbio e exposições.

1903
Criação do Ex-líbris da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, pelo pintor italiano Eliseu D’Angelo Visconti.
 

1906
Editada em Leipzig, a “Bibliografia do Ex-líbris” de autoria do Conde Emile Budan.

Século XX
Temas que se aproximam da vida cotidiana.  Elaboram-se os primeiros ex-líbris infantis. Novos símbolos são introduzidos: máscaras teatrais, balança, espada nua, serpente, caveira. Adesão de artistas plásticos ao ex-líbris (como o Matisse, Picasso, Salvador Dali e  Max Ernst).

1912
Manoel Nogueira da Silva publicou uma série de artigos sobre ex-líbris na Gazeta de Notícias.
1918
Fundação da Sociedade de Colecionadores e Amigos de Ex-libris (SSPE), organiza exposições e concursos de ex-líbris e artes gráficas, apoia o interesse dos artistas visuais e gráficos na criação de ex-libris e populariza a coleção, além de publicar uma revista trimestral. 
 
1919
O primeiro brasileiro a escrever um texto impresso sobre o assunto foi o pesquisador e professor João Ribeiro, em um capítulo do livro O Folk-lore. O texto, contudo, não trata da etiqueta, mas sim dos versos que os estudantes utilizavam para identificar seus livros. 

1940
- Era de ouro do ex-líbris no Brasil - foi palco de exposições nacionais, municipais e regionais; publicaram-se textos de especialistas tanto nos grandes jornais da época como em livros e revistas; fundaram-se associações e clubes.
- Criação da Sociedade de Amadores Brasileiros de Ex-líbris (S.A.B.E.L.)  no Rio de Janeiro.
- Criação da Revista Genealógica Brasileira, que trazia a sessão sobre ex-líbris em cada número. Circulou até a década de 50.

 
19421ª Exposição Brasileira de Ex-líbris no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.
 
1944
Fundação da Sociedade Paulista de Ex-líbris em São Paulo (Alceu de Campos Pupo e Olavo Dias da Silva).

1948
- 2ª Exposição Brasileira de Ex-líbris. Organizada pela Sociedade dos Artistas Nacionais. Realizada no Museu Nacional de Belas Artes, RJ.
- Primeiro anúncio de troca e permuta de ex-líbris, no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil, ambos do Rio de Janeiro.
 
1949
- Criado o Clube Internacional de Ex-líbris no Rio de Janeiro, tendo como presidente Alberto Lima.
- 1ª Exposição Municipal de Ex-líbris promovido pelo Teatro Municipal, Rio de Janeiro.
- Publicado o livro “Ex libris y Exlibristas” de autoria de Francisco Esteve Botey, editado em Madrid.
1950
- “Arquivo Brasileiro de Ex-líbris”, de Octavio de Campos Tourinho foi o primeiro livro especializado sobre ex-líbris no Brasil.
- Com a difusão do ex-líbris, várias cidades brasileiras promoveram as primeiras exposições, como Recife (PE), em 1952, em Vila Velha (ES), em dezembro de 1953, em São Paulo (SP), em novembro de 1954, em Salvador (BA), em 1955, em Curitiba (PR), em setembro de 1955, e em Fortaleza (CE) e Salvador (BA), em 1958.
1954
- Publicada a primeira edição do livro “O Ex-líbris”, ensaio de Manuel Esteves.
- Publicado o livro “O Ex-líbris e o Barão do Rio Branco” de autoria de Elmo Elton e Hirson Bezerra Fernandes.
1956
Publicado a segunda edição do Livro “O Ex-líbris” de Manuel Esteves.
1957
O artista Jorge de Oliveira (1936-2018) cria o seu primeiro ex-líbris, quando se encantou pelo termo "ex-líbris" em um dicionário. No seu ex-líbris possui a representação de seu nome através da imagem do santo guerreiro, São Jorge. Foi incentivado pelo Alberto Lima a formar a sua própria coleção de ex-libris. Considerado o último remanescente dos ex-libristas que se dedicou a desenhar e divulgar os ex-libris no Brasil.
1960
Declínio nas atividades de ex-líbris no Brasil e no exterior. 
1966
Em Hamburgo, associações de colecionadores de ex-líbris de vários países organizaram a Federação Internacional das Sociedades de Amadores de Ex-líbris, conhecida pela sigla FISAE. Essa entidade promove a cultura ex-librística por meio da organização de encontros e congressos, realização de exposições, concursos de criação de ex-líbris, e publicação de literatura sobre o assunto.
1968
Fundação do Swiss Exlibris Club, que objetiva pesquisar e manter o livro como um bem cultural, artístico e coletivo.
1972
Criada a The BookPlate Society, é uma sociedade britânica de colecionadores, pesquisadores, bibliófilos e artistas. Essa sociedade é descendente direta da primeira organização do gênero, a Ex Libris Society, 1891-1908. Tem como objetivos incentivar a produção, uso, coleção, estudo e pesquisa de ex-líbris, a promoção de exposições, palestras e encontros, assim como a edição de publicações sobre o tema.
1990
Criação da  Widzewska Galeria Ekslibrisu, é a única galeria permanente de ex-libris em Łódə, uma das quatro no país, a mais antiga. 
1991
Fundação do Ex-libris and Miniature Book Museum - Criado por iniciativa do primeiro diretor Loburev V.V. e com o apoio ativo da União Internacional dos Amantes do Livro, tornou-se não apenas um todo russo, mas também um centro internacional de ex-libris - este tipo incrível de pequenos gráficos, conectando o mundo do artista e bibliófilo, arte e o livro. Em 2003, o Museu foi reabastecido com uma nova exposição de um livro em miniatura, ampliando seu nome e fortalecendo ainda mais os laços com o livro. 
1992
- O artista Jorge de Oliveira organiza a 1ª Exposição Sul-Brasileira d'ex-libris em Caçador, SC.  
- Fundação da  Galeria de Ex-libris de Varsóvia (Warszawska Galeria Ekslibrisu).
1993 
Stella Maris Bertinazzo  e a equipe da Biblioteca Central da Universidade de Brasília iniciam o projeto Ex-líbris, o Resgate, que estimulava os usuários e funcionários da BCE a relatar o encontro de ex-líbris nos livros do Acervo Geral. Posteriormente esse projeto se voltou para a organização da coleção de ex-líbris soltos da BCE. De 1993 a 1998, Stella Maris promoveu diversas exposições pelo Brasil, para divulgar o ex-librismo.
1995
- O médico e colecionador Paulo Berger publica o “Catálogo de Ex-líbris Brasileiros” contendo uma relação de 2.660 ex-líbris nacionais.
Maior competição internacional de Ex-líbris do mundo realizada na década de 90. Mais de 1200 artistas de 63 países submeteram cerca de 6.500 ex-libris para a competição de artistas, tornando-se o maior evento do gênero já realizado neste campo específico de artes gráficas aplicadas.
1997
Fundada a Sociedade dos Ex-líbris, em Ancara,  continua suas atividades em Istambul como a Sociedade Ex-líbris de Istambul.
2000
Maior interesse pelos ex-líbris com o aumento dos colecionadores.
2002
- Paulo Berger lançou a 2ª edição do Catálogo de Ex-líbris, uma edição aumentada com quase 5.000 ex-líbris relacionados.
- Publicado o livro "Ex libris: Coleção Biblioteca Pública do Paraná". Curitiba: Imprensa Oficial, 2002. - Apresenta a rara coleção do colecionador Ely de Azambuja Germano no acervo da Biblioteca Pública do Paraná.
2003
Galeria de ex-libris da Biblioteca Pública de Sanok- Em 10 de março de 2003, a abertura da exposição "Mulher em exlibris" (do acervo de Zbigniew Osenkowski) inaugurou a atividade da Galeria Sanok Exlibris, na Biblioteca Pública Municipal de Sanok.
2008 
- Publicado o livro  “Ex-líbris” de Plinio Martins Filho.
- O primeiro Museu Ex-líbris em Istambul na Turquia foi realizado em Istambul em 2008.
2012 
- Publicado o livro “Ex libris: pequeno objeto de desejo” de Stella Maris de Figueiredo Bertinazzo. Stella Maris de Figueiredo Bertinazzo foi artista múltipla, vanguardista, com trabalhos desenvolvidos e divulgados também nos Estados Unidos, no Japão, na Itália e em Portugal. Grande educadora, promoveu avanços no IdA, como a instalação do Núcleo de Gravura. Faleceu em 2001.
- Exposição comemorativa do centenário de morte do Barão do Rio Branco, intitulada "Barão do Rio Branco: colecionador de ex-líbris" na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, RJ
2014
Publicado pela Academia Brasileira de Letras  “O Livro dos ex-líbris” - A obra é consequência da exposição de ex-líbris que a ABL realizou em 2012, como homenagem ao centenário da morte do Barão do Rio Branco, Acadêmico, diplomata, estadista, jornalista, historiador e o primeiro colecionador de ex-líbris brasileiro de quem se tem notícia.
2020
Em plena pandemia da Covid-19, um grupo de artistas, bibliotecários, colecionadores, gravadores, historiadores se reuniram e criaram o Grupo Ex-libris Brasil – GELB, em agosto de 2020, com o intuito de discutir, pesquisar, conhecer o ex-libris no Brasil e no mundo. 
2021
- Publicado o e-book  "Marcas de proveniência bibliográficas: um estudo sobre os ex-líbris" de autoria de Alissa Esperon Vian e Marcia Carvalho Rodrigues. Edição da FURG/RS.
- Lançamento do "Glossário Ilustrado de Marcas de Proveniência",  desenvolvido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas e Informação e Memória - GEPIM da FURG/RS, consiste de um projeto de glossário ilustrado de tipos de marcas de proveniência bibliográfica e conta com inicialmente 122 termos/ conceitos e mais de 700 termos relacionados.
- Lançamento do livro intitulado "Alberto Lima 1898-1971 - artista, heraldista, ex-librista: homenagem do GELB" Organizado por Marcelo Calheiros e Mary Komatsu (Caçadora de Ex-líbris). Em comemoração aos 50 anos de falecimento do artista e ex-librista Alberto Lima, os artistas do Grupo Ex-líbris Brasil faz uma homenagem trazendo na linguagem do ex-libris e sua interpretação poética, através de variadas técnicas de gravura e desenho digital. Com edição limitada com 30 exemplares, distribuídos para os artistas e bibliotecas integrantes do GELB. Disponível também a versão digital no site da Caçadora de Ex-líbris.
2ª Exposição Internacional Ex libris: marca de uma identidade – Curadoria de André de Miranda. A segunda edição da exposição propõe como divulgação e revitalização desta arte em miniatura, de caráter educativo, resgatando e divulgando o Ex-libris. Museu de Arte de Blumenau, SC. A primeira edição aconteceu em 2018 em Palmas, TO.

REFERÊNCIAS

BERTINAZZO, Stella Maris de Figueiredo. Ex Libris: pequeno objeto de desejo. Brasília: Universidade de Brasília, 2012.

BEZERRA, José Augusto. Ex-Líbris: A marca de propriedade do livro. In: Revista do Instituto do Ceará, tomo CXX, n. 120, 2006. p. 129-144.

BODMER, Paulo. O ex libris é o retrato do seu dono. Disponível em: http://www.brasilcult.pro.br/ex_libris/texto.htm. Acesso em 25 out. 2021.

BRANTES, Carlos Alberto. Ex libris, o resgate de uma tradição. O Estado do Paraná. Curitiba, 05/06/2005. p. 14.

BRUCHARD, Dorothée de. O Ex-líbris. http://www.escritoriodolivro.com.br/historias/ex-líbris.php

ESTEVES, Manuel. O Ex-líbris. Rio de Janeiro: Laemmert, 1956. 

Revista Genealógica Brasileira. São Paulo, ano 1, n.1, 1940. Seção Ex-líbris.

GAUZ, Valéria. Ex-líbris II. [S.l.], 2009. Disponível em: <http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=472&gt;.

GAUZ, Valeria. Ex libris III. Infohome. 2012. Disponível em: https://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=656.

GREENHALGH, Raphael Diego & RODRIGUES, Márcia Carvalho Rodrigues. Ex-líbris: um momento de apreciação. In: Revista Biblioo: cultura informacional. Rio de Janeiro, ano 10, n. 04, nov. 2021.  

MIRANDA, Camila Santos. Ex libris: uma perspectiva histórica e contemporânea. Trabalho de conclusão de curso (Bacharelado em Biblioteconomia) – Universidade de Brasília, Brasília, DF, 2009. Disponível em: <http://bdm.unb.br/handle/10483/9326&gt;.

OLIVEIRA, Jorge. 1ª Exposição Sul-Brasileira d’Ex-líbris. Caçador: Jornal da Noite, 1992.

PINHEIRO, Ana Virginia. Ex-líbris atribuído: uma marca cultivada. / Ana Virginia Pinheiro; Entrevista, organização e notas Mary Komatsu - Rio de Janeiro: 2021. (Série Bibliotecas, 1) 28 p. il color.

PINHEIRO, Andréa de Souza, HELDE, Rosângela Rocha Von. Ex-libris da Biblioteca Nacional: a marca de uma identidade. In: Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, v.135-136, 2019. p. 11-35. 

POTTKER, Gisele. Ex libris: resgatando marcas bibliográficas no Brasil. 139 f. 2006. Monografia (graduação) – Curso de Design, Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, 2006. Disponível em: https://docplayer.com.br/16282754- Gisele-pottkerex-líbris-resgatando-marcas-bibliograficas-no-brasil.html.

PRIMEIRA exposição brasileira de "ex-líbris". Anuário do Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, n.n.4, p. 10-6, 1942.

SICILIANO, Thalles Augusto de Carvallho. Breve história do ex-líbris no Brasil. Disponível em: https://www.cacadoradeexlibris.com/post/breve-hist%C3%B3ria-do-ex-l%C3%ADbris-no-brasil 

SILVA, Alberto Costa e.; MACIEL, Anselmo, org. O livro dos ex-líbris. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras; São Paulo: IMESP, 2014.

STELLING, Luiz Felipe. Ex-líbris como objeto de coleção e estudo. Entrevista, organização e notas Mary Komatsu. - Rio de Janeiro: Canal Caçadora de Ex-líbris, 2021. 40 p. il color. (Série Bibliotecas, 3).

TEIXEIRA, Solange Simas Tríade Histórica: Livro, Ex libris e Barão do Rio Branco. Trabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, Bacharel em Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação, Rio de Janeiro, 2017. 59 f. Orientadora: Regina Maria Macedo Costa Dantas.